Leitura do Segundo Livro dos Reis
2Rs 25:1-12 Fonte do texto: Padre Manuel de Matos Soares 1956 Baixe o Ambo para ver as leituras de hoje em outra tradução da Bíblia em português.
No ano nono do seu reinado, no décimo dia do décimo mês, veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, com todo o seu exército contra Jerusalém, pôs-lhe cerco e construiu muros de aproximação (para o ataque) ao redor dela. A cidade ficou fechada e circunvalada até ao undécimo ano do rei Sedecias. Aos nove do mês... a cidade viu-se apertada da fome, e não havia pão para o povo da terra. Foi, então, aberta uma brecha na cidade, e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta que está entre os dois muros, perto do jardim do rei. Entretanto os Caldeus apertavam o cerco da cidade. Sedecias fugiu pela estrada que conduz às planícies do deserto, mas o exército dos Caldeus foi em seguimento do rei, e alcançou-o na planície de Jericó. Todos os guerreiros que estavam com ele foram dispersos, e abandonaram-no. Tendo prendido o rei, levaram-no a Reblata, ao rei da Babilônia, o qual pronunciou sentença contra ele. Degolou na presença de Sedecias os seus filhos; a ele vasou-lhe os olhos, prendeu com cadeias de bronze e levou para Babilônia. No dia sétimo do quinto mês, que é o décimo nono ano do rei de Babilônia, foi a Jerusalém Nabuzardan, general do exército e servo do rei de Babilônia. Queimou a casa do Senhor, a casa do rei e as casas de Jerusalém; entregou às chamas todos os grandes edifícios. Todo o exército dos Caldeus, que estava com o chefe da guarda, deitou abaixo por todos os lados os muros de Jerusalém. Nabuzardan, general do exército, transportou todo o resto do povo que tinha ficado na cidade, os desertores que já se tinham submetido ao rei de Babilônia, e o resto da plebe. Deixou alguns pobres da terra como viticultores e agricultores.
Salmo Responsorial
Sl 137:1-2, 3, 4-5, 6 Fonte do texto: Padre Manuel de Matos Soares 1956 Baixe o Ambo para ver as leituras de hoje em outra tradução da Bíblia em português.
Junto dos rios de Babilônia, ali nos assentámos a chorar, lembrando-nos de Sião. Nos salgueiros daquela terra pendurámos as nossas cítaras.
Ali, os que nos tinham deportado, nos pediam cânticos, e os nossos opressores (nos pediam) alegria: "Cantai-nos algum dos cânticos de Sião!"
Como cantaremos o cântico do Senhor em terra estranha (lhes respondemos). Se me esquecer de ti, Jerusalém, ao esquecimento seja entregue a minha direita
Fique pegada a minha língua às minhas fauces, se eu me não lembrar de ti, se não puder Jerusalém acima de toda a minha alegria!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus
Mt 8:1-4 Fonte do texto: Padre Manuel de Matos Soares 1956 Baixe o Ambo para ver as leituras de hoje em outra tradução da Bíblia em português.
Tendo Jesus descido do monte, uma grande multidão o seguiu. E eis que, aproximando-se um leproso, se prostrou dizendo: "Senhor, se tu queres, podes curar-me". Jesus, estendendo a mão, tocou-o, dizendo-lhe: "Quero, sê curado." E logo ficou curado da sua lepra. E Jesus disse-lhe: "Vê , não o digas a ninguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote, e faz a oferta que Moisés ordenou, em testemunho da tua cura."